Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Cone leste Paulista


Projeto iniciado em: 2007 - Restaurado em 2010 - Todos os direitos reservados
Página do Projeto Social "Formiguinhas do Vale" uma O.S.C.I.P. sem fins lucrativos
Protocolizado sob o nº. 27.616 em 04/12/2009 e registrado em micro-filme sob o nº. 18.112 em 15/12/2009 - 1º Cartório Registro SJC

Produzido por Webmaster JFB © 2010 Todos os direitos reservados. All rights reserved

Economia e Energia no Cone Leste Paulista

Voltar Biblioteca
Indústria
- Movimentado pelas maiores montadoras, siderúrgicas do país, além de empresas de alta tecnologia,  possuidor do maior parque industrial, o maior do Brasil, respondendo por quase 60% do PIB (Produto interno Bruto) nacional; é também a região brasileira com maior densidade demográfica e com o maior número de habitantes morando e vivendo nas cidades, ou seja 9 em cada dez habitantes.

Além da alta tecnologia desenvolvida no Vale do Paraíba, especialmente nas cidades de São José dos Campos e Taubaté, o sudeste brasileiro, especialmente o Estado de São Paulo, possui uma tecnologia industrial considerada de ponta, indo desde a fabricação e montagem de automóveis, aviões e foguetes espaciais até celulares, computadores, etc...
 
Serviços e comércio
- Na grande maioria do território do sudeste brasileiro, a Prestação de Serviços e o Comércio são o principal ramo de atividade, representando 61,1% da sua riqueza, seguido pela Industria com 39,1% e a agropecuária que hoje representa 4,9%.
 
Mineralogia
- O Sudeste Brasileiro é também detentor de grande riqueza mineral. No passado, o Ouro foi, no tempo da colonização, um grande aporte de riqueza, aparente tanto em obras de arte, como na decoração das igrejas seiscentistas e, no desenvolvimento do Brasil Colonial, com o surgimento de novos povoamentos, hoje cidades. No presente, especialmente e também no Estado de Minas Gerais, destacam-se as reservas de ferro e manganês na Serra do Espinhaço e como prova da riqueza do passado as pinturas de Mestre Ataíde e as esculturas do barroco brasileiro de Aleijadinho.
 
Energia
- Do ponto de vista de óleo combustível, na Bacia de Campos, no Oceano Atlântico, no Norte do estado do Rio de Janeiro, é extraída a maior parte do petróleo brasileiro e, mais recentemente, foi descoberto no Litoral do Estado de São Paulo, no espaço oceânico da cidade de Santos, um potencial enorme de prospecção de petróleo, que segundo cálculos poderá  colocar o Brasil entre os cinco maiores produtores de petróleo do Mundo.
 
Também do ponto de vista de combustíveis limpos, ou seja álcool e biodiesel, o sudeste tem levado a termo grandes e importantes pesquisas, conseguido consideráveis níveis de produção, trazendo para a sociedade perspectivas de uma vida mais saudável.
 
No setor hidroelétrico, segundo algumas fontes confiáveis, a situação é mais vulnerável, em virtude, segundo uns pela oscilações climáticas (grandes períodos de seca) e segundo outros por absoluta falta de investimento em redes de transmissão ou de busca de novas fontes de energia renováveis, tais como a eólica e solar, que adaptadas, segundo essas mesmas fontes, à arquitetura dos grandes centros poderia e muito ser um fator preponderante de economia e progresso.
 
Em virtude da grave crise de energia do ano de 2001, quando os reservatórios das hidroelétricas atingiram os níveis mais baixos da história, levando o governo federal a decretar o racionamento de energia, sentiu-se imediatamente um declínio na Produção Industrial e na geração de novos investimentos, especialmente no Estado de São Paulo, o que levou a região a mergulhar em uma grave crise de desemprego.  A partir do final da década de 1990 , talvez já se prevendo a ocorrência desta crise energética, se deu um desaceleramento nos investimentos do setor industrial, sobretudo no metalúrgico, na Grande São Paulo aliado ao fato da alta concorrência de algumas cidades do interior do Estado de São Paulo, na parte de incentivo fiscal e melhores condições, como doação de terrenos e outras, na busca por colocar sua mão de obra ociosa e para o desenvolvimento social de sua população.
 
No ano de 2002, os rios e por conseqüência os reservatórios das hidroelétricas se recuperam e a produção de energia se normaliza, no entanto, a economia e os investimentos industriais, na Grande São Paulo,  não.
Dados da Secretaria do Trabalho do Município de São Paulo, por exemplo e, como base do termômetro nacional, mostram que no ano 2000 o Brasil passou a ser o segundo país do mundo em numero de desempregados, calculando-se nessa época na cifra de 11 milhões de pessoas sem trabalho.
A partir do final do ano de 2003, houve um sensível aquecimento dos investimentos estrangeiros no país, o que levou a conseqüente aumento no numero de unidades industriais, tecnológicas e também de serviços, que ano após ano, até aos dias atuais tem-se mostrado otimista. No entanto, ainda muito aquém das necessidades, para absorver toda a mão de obra disponível. No entanto, especialmente no estado de São Paulo, hoje já se sente a falta de mão de obra especializada, o que tem aumentado o numero de escolas técnicas, num esforço conjunto de suprir as necessidades da indústria e dos serviços.
 
Agricultura
- A agricultura e os negócios agropecuários têm vindo a mostrar uma grande tendência evolutiva, seja através da aquisição de máquinas e equipamentos, seja numa busca intensiva de novas técnicas de cultura e manuseio. Na  Região Sudeste, a produção de café, cana-de-açúcar e frutas em geral estão entre as mais significativas em termos evolutivos, e de volume de produção,  do país.
 
Turismo
-  Pelas suas riquezas naturais, clima e história tem-se vindo a notar um esforço conjunto das autoridades federais, estaduais dos municípios no desenvolvimento do turismo religioso, rural, ecológico e histórico, que também tem vindo a ser acompanhado pela iniciativa privada.